Fortaleza / CE - quinta-feira, 13 de dezembro de 2018

ÍNDICE ILUSTRADO DE PROCEDIMENTOS REALIZADOS

ÍNDICE ILUSTRADO DE PROCEDIMENTOS REALIZADOS






AS DORES CRÔNICAS: UM SOFRIMENTO QUE TEM REMÉDIO

 

 

 

As dores nas costas são comuns e, geralmente, são auto-limitadas. Uma parcela importante, no entanto, pode desenvolver um quadro crônico, levando a um intenso sofrimento físico e psicológico, limitando a qualidade de vida, a capacidade de trabalho e a própria auto-estima.

 

Por que isto acontece? Como devemos tratar estes pacientes?

 

É importante que se saiba que três são os componentes de uma dor: o componente nociceptivo, o componente neuropático e o componente processual.

 

O componente nociceptivo surge pela estimulação de receptores periféricos normais por fatores mecânicos ou químicos (inflamatórios). É o fator preponderante nas dores lombares e cervicais comuns. Como os fatores mecânicos e químicos são facilmente controlados pelos mecanismos de defesa e auto-cura de um corpo normal, as dores cujo principal mecanismo é o nociceptivo, são rapidamente aliviadas, sem a necessidade de tratamento específico.

 

Enquanto a agressão mecânica e inflamação ficam circunscritas aos elementos osteoarticulares (discos, articulações, ligamentos, etc), não há grandes problemas, pois realiza-se o processo de auto-cura acima citado. O problema surge quando as agressões mecânicas e inflamatórias são comunicadas aos tecidos nervosos vizinhos (altamente sensíveis a qualquer agressão e com limitadas capacidades de defesa e reparação). Este é o mecanismo do componente neuropático. Estas dores são mantidas pela existência de uma disfunção ou lesão dos tecidos nervosos, sejam eles periféricos ou centrais (medula e cérebro) e necessitam de uma abordagem terapêutica própria que é praticada por médicos especializados.

 

Com a manutenção de um estado de dor, é comum o surgimento de um alerta mantido, de ansiedade e de depressão. Estes diversos fatores se somam para gerar uma alteração de pensamentos e comportamentos ligados à própria dor, levando a uma alteração do componente processual, que interfere de forma importante e pode levar à manutenção e cronificação da dor.

 

O segredo do tratamento eficaz das dores crônicas da coluna passa pela necessidade de abordar os três fatores de forma objetiva, por uma equipe que possa agir de forma organizada.

 

No Centro Médico da Coluna Vertebral adotamos esta visão, seguindo o modelo organizacional dos "Centres de Traitement de la Douleur" franceses. Usamos os mesmos protocolos de avaliação, as mesmas abordagens diagnósticas, as mesmas proposições terapêuticas e formamos uma equipe de médicos, psicólogos, fisioterapeutas, unidos no alívio de cada dor, com um alto índice de sucesso e em constante aprimoramento.

 

Fazemos o melhor por você. É isso que faz nosso sucesso!

 

AS TÉCNICAS INTERVENCIONISTAS: UMA NOVA ABORDAGEM NAS DORES DA COLUNA VERTEBRAL

 

 

Várias são as causas das dores na coluna vertebral. Dentro do contexto de busca de precisão, surgiram as técnicas intervencionistas da coluna vertebral.

       

 

Com a utilização de aparelhagem de navegação por imagem, agulhas para infiltração de medicamentos e geradores de Laser ou Radiofreqüência, posicionados com precisão milimétrica, podemos interferir no processo de geração e/ou transmissão da dor ligada à coluna vertebral, eliminando a dor de forma segura e objetiva. 

 

TRATAMENTO INTERVENCIONISTA DAS DORES DISCOGÊNICAS LOMBARES 

  

 

 

 

As doenças degenerativas acometem com muita frequência a região dos discos intervertebrais da coluna lombar. A presença dos conhecidos “bicos de papagaio” está relacionada ao surgimento de alterações no funcionamento da coluna e estas disfunções causam lombalgias. Não é possível reverter o processo degenerativo, mas algo deve ser feito para um alívio duradouro das dores.

 

Grande número de pacientes responde bem a certas técnicas intervencionistas simples, como ao bloqueio das vias com entrada na proximidade do gânglio da raiz dorsal de L2. Com o uso de medicamentos ou de radiofrequência, elimina-se a dor sem correções estruturais maiores. Isto é realizado de forma percutânea, ou seja, sem cortes, evitendo a necessidade de cirurgias e eliminando o que realmente interessa: "a dor".

 

TRATAMENTO INTERVENCIONISTA DA DOR FACETÁRIA LOMBAR

 

 

 

A degeneração das articulações intervertebrais posteriores é uma causa comum de dor na região lombar. Clinicamente se manifesta como uma dor que guarda relação com os movimentos e pode levar a um quadro clinico bastante invalidante. 

 

 

 

Com o uso de aparelhos de radioscopia e tomografia, somos capazes de realizar, com precisão, a infiltração das articulações acometidas, levando a uma melhora sintomática importante.

 

A inervação destas articulações, no entanto, é bem definida, derivando da divisão posterior da raiz dorsal dos segmentos adjacentes, o que nos permite uma boa ação terapêutica com as técnicas intervencionistas de ablação por radiofreqüência.

Utilizando a radiofreqüência, podemos realizar o bloqueio regional das vias de dor de origem facetária lombar, com alívio sintomático, através de procedimento com anestesia local.

 

O controle milimétrico de posicionamento é possível com os modernos instrumentais de radioscopia disponíveis em nossas unidades.

   

TRATAMENTO INTERVENCIONISTA DA DOR RADICULAR LOMBAR

 

 

   

 

 

 

As dores radiculares lombares, cuja expressão mais comum é a conhecida “ciática”, podem surgir pela inflamação e compressão das raízes espinhais. Isto pode ocorrer no curso de muitas doenças degenerativas locais, com pinçamentos dos nervos espinhais.

 

   

É comum que estes pacientes tenham hérnias de disco, mas a hérnia, em si, não é a principal causadora das dores.

 

 

Existe uma forte reação imunológica que acomete uma parte particularmente sensível da raiz: o gânglio da raiz dorsal. Uma forma simples de alívio destas queixas é a realização de uma infiltração transforaminal.

 

Na infiltração epidural pela via transforaminal, é utilizada uma fina agulha que injeta um contraste radiológico e, em seguida, injeta antiinflamatórios e anestésicos locais com precisão. Em geral, isto propicia uma melhora sintomática rápida e importante.

 

 

 

 

Em casos onde o tratamento farmacológico puro é de alívio limitado, partimos para um reforço com uso de tecnologia por radiofrequência pulsátil para realização de eletroporação e transporação de medicamentos.

 

 

 

Nestes casos, é posicionada, sob anestesia local, uma agulha especial sobre o nervo irritado pelo processo inflamatório, sendo submetido ao tratamento de forte campo eletromagnético que permite penetração, em grande quantidade, de medicamento para controle imediato do processo e alívio imediato da dor.

 

TRATAMENTO INTERVENCIONISTA DAS SACROILEÍTES

 

 

A inflamação das articulações sacroilíacas é comum no curso de várias patologias inflamatórias e degenerativas. O quadro de dor pode se tornar de difícil controle com o uso de medicamentos comuns.

 

 

Em certos casos, o recurso a uma técnica infiltrativa é uma solução eficiente, pois age diretamente sobre o foco da inflamação e reduz a necessidade de uso de medicamentos para o controle das dores.

 

Esta técnica é realizada sob controle de radioscopia ou de tomografia computadorizada.  Por este controle temos a certeza de atingir o alvo desejado.

 

Em certos casos, para que se obtenha alívio mais duradouro dos sintomas, recorremos ao uso da termoablação por radiofreqüência dos ramos sensitivos da articulação sacroilíaca. É uma técnica percutânea realizada sob anestesia local.

 

ESPONDILÓLISE E ESPONDILOLISTESE:

TRATAMENTO INTERVENCIONISTA

 

 

  

 

Condições biomecânicas especiais podem levar ao conflito de estruturas ósseas posteriores e gerar uma fratura de estresse em uma região vertebral chamada ístmo. É uma condição chamada de "espondilólise". 


 

 

O surgimento desta "espondilólise" na parte posterior da coluna pode levar ao surgimento de um deslizamento anterior de L5 sobre o sacro. É o que chamamos de "espondilolistese". É uma situação comum e que pode causar sintomatologia intensa. 

 

Felizmente, na maioria das vezes, as crises de espondilólises e de espondilolisteses podem ser controladas sem a necessidade de cirurgias, por meio de um procedimento especializado chamado bloqueio ístmico.

 

  

 

 

 

O bloqueio ístmico consiste na infiltração de substâncias antiinflamatórias na região da fratura de estresse, aliviando de forma imediata a sintomatologia.

 

Em algumas situações, podemos recorrer, ainda ao uso de coletes de descarga, melhorando mais ainda o efeito local das medicações.

 

TRATAMENTO INTERVENCIONISTA DA ESTENOSE DE CANAL E SÍNDROME PÓS-LAMINECTOMIA

  

 

A estenose de canal lombar é uma patologia comum, principalmente em sua forma degenerativa, acometendo pacientes geriátricos. Ocorre pelo estreitamento do canal lombar, causando inflamação sobre tecidos nervosos. A queixa principal é a limitação de perímetro de marcha associada a uma alteração momentânea da força em membros inferiores.

 

A síndrome pós-laminectomia, por sua vez, ocorre naqueles pacientes já submetidos a uma cirurgia aberta de hérnia de disco e que evoluíram com uma fibrose que causa irritação do tecido nervoso. Manifesta-se por radiculopatia crônica de difícil tratamento com medicamentos e uma nova cirurgia pode até mesmo agravar seu quadro.

 

 

 

Nestas situações acima, são empregados métodos simples, com infiltrações medicamentosas ou aplicação de cateteres especiais através do hiato sacral para liberação de zonas de inflamação.    


 

  

 

Podemos, ainda, realizar uma melhor abordagem diagnóstica pela realização de um exame de epidurografia, identificando a zona de estenose ou fibrose.


      

Após a epidurografia, poderemos realizar procedimentos terapêuticos de videoepiduroscopia, quando teremos condições de liberar zonas anatômicas de aderência. É realizado sob anestesia local em regime ambulatorial.

 

EPIDUROSCOPIA - PROCEDIMENTO INTERVENCIONISTA VIDEOENDOSCÓPICO NO TRATAMENTO DAS SÍNDROMES DE ADERÊNCIAS DA COLUNA

 

 

A epiduroscopia com fibra óptica é um método que permite a visão de todo o espaço peridural no nível lombar, assim como a visualização, em alta resolução, de estruturas como discos e dura-máter, possibilitando localizar com exatidão o local acometido pelo processo inflamatório, além de eliminar as aderências e combater a dor.

 

 

É um procedimento minimamente invasivo com anestesia local, feito pela simples punção com agulha fina da parte inferior do sacro.

 

Depois, um cateter guia, com a fibra óptica, é colocado através do canal da coluna. Esta técnica ajuda no diagnóstico e no tratamento de dores lombares crônicas e /ou dor radicular para os membros inferiores. A melhor indicação é para a dor que persiste depois da cirurgia da coluna vertebral.

 

No Centro Médico da Coluna Vertebral, fomos pioneiros na aplicação destas técnicas, com larga experiências no tratamento destes pacientes.

 

NUCLEOPLASTIA NA HÉRNIA DE DISCO – UM TRATAMENTO SEM CORTES

 

 

 

As hérnias discais causam sua sintomatologia pela compressão e pelos efeitos inflamatórios gerados nas raízes próximas. Para controlar este processo pode-se ter a necessidade de recorrer a métodos de descompressão da hérnia.

   

 

Com o desenvolvimento das novas técnicas intervencionistas, hoje é possível a realização de procedimentos para redução da pressão intradiscal, reduzindo os efeitos mecânicos sobre as raízes.

  

  

 

Sob anestesia local, são introduzidas agulhas especiais que se posicionam no núcleo do disco intervertebral.

 

 

A posição da agulha é confirmada com exatidão pela realização de um procedimento de discografia guiado pela radioscopia.

 

 

 

Isto nos garante o correto posicionamento da agulha em todos os planos do espaço e permite uma avaliação diagnóstica da causa de dor. 

   

 

Após a confirmação de posicionamento da agulha, um cateter especial que produz a dissolução do tecido do núcleo do disco intervertebral é introduzido sucessivamente pela agulha, produzindo a redução da pressão discal.

  

 

 

Com a redução da pressão no núcleo gelatinoso do disco, pode-se diminuir a tensão sobre as paredes do disco e sobre a raiz, causando um alívio de sintomas de dor radicular.

 

 

HIDROCISÃO - TRATAMENTO SEM CORTES DA HÉRNIA DE DISCO POR JATO D´ÁGUA

 

As hérnias de disco já podem ser tratadas sem a necessidade de cirurgias agressivas, com a utilização de técnicas como a hidrocisão.

 

Utilizamos uma ponteira especial, em cuja extremidade existe um sistema especial que faz o tratamento com uso de um jato d´água direcional.

 

Um fluxo de soro fisiológico é bombeado sob alta pressão através de um tubo especial que compõe a haste da ponteira...

 

 

 

Em contato com o tecido discal, o jato d´água promove a remoção de fragmentos, com a redução do volume da hérnia. 

 


CIRURGIA VIDEOENDOSCÓPICA DA HÉRNIA DE DISCO

 

 

 

O procedimento é realizado sob anestesia local e sedação leve do paciente, em regime de hospitalização-dia. A via de acesso é um corte de cerca de 01 cm, através do qual é passado um fio guia sob controle de radioscopia.

 

 

Após a introdução do fio guia, são passadas, sucessivamente, cânulas que servirão de portal de trabalho, permitindo a passagem dos instrumentos videocirúrgicos.

 

Todo o procedimento é realizado sob controle de videoendoscopia, com visualização direta das estruturas da coluna vertebral.

 

 

Com a utilização da videoendoscopia, estamos habilitados a realizar uma série de modernos procedimentos de forma segura e precisa, sem a necessidade de se recorrer aos métodos cirúrgicos abertos.

 

 

 

 

MICROCIRURGIA DA HÉRNIA DE DISCO LOMBAR EXTRUSA

  

 

Há hérnias de disco que conseguem romper o anel fibroso discal e são chamadas de “hérnias extrusas”. Seu tratamento pode ser conservador, mas alguns pacientes necessitam de cirurgia par alívio de sintomas. 

  

    

   

O tratamento cirúrgico consiste na retirada do fragmento herniado através de uma via de acesso microcirúrgica de poucos centímetros na região lombar e da microabertura da região óssea posterior da coluna. 

 

 

  

Com a retirada de todo o componente extruso, existe uma descompressão da raiz e uma conseqüente resolução da inflamação regional, causadora da sintomatologia de dor de tipo ciático.

 

BLOQUEIO DE RAMO COMUNICANTE CINZENTO NAS FRATURAS OSTEOPORÓTICAS DA COLUNA

 

 

Alguns pacientes com fraturas vertebrais por osteoporose não conseguem o alívio sintomático com uso de medicamentos ou com o porte de colete. Nesta situação, pode-se realizar o bloqueio da dor vertebral de uma forma simples.

 

 

 

Realizando-se o bloqueio do ramo comunicante cinzento e da região em torno da articulação facetária, pode-se obter um alívio importante das dores sem a necessidade de cirurgia e pode-se interromper medicações orais causadoras de efeitos colaterais comuns em pacientes idosos.

 

 

 

 

 

 

Com o bloqueio dos ramos nervosos que se localizam na proximidade da fratura, conseguimos um alívio sintomático importante.


Este procedimento simples, que é realizado rotineiramente nos centros de referência em dor na França, é realizado quase exclusivamente no Centro  Médico da Coluna Vertebral, evitando a realização de procedimentos mais agressivos, e que  não propiciam um alívio tão rápido e seguro.

 

 

VERTEBROPLASTIA E CIFOPLASTIA NOS TUMORES E METÁSTASES DA COLUNA

 

A vertebroplastia/cifoplastia com cimento acrílico é realizada sob anestesia local e pequena sedação nos casos de  tumores e metástases vertebrais. É controlada por aparelhagem especial de imagem de radioscopia ou tomografia computadorizada.

 

 

Sob o controle de imagens tridimensionais, uma fina cânula é passada dentro do corpo vertebral patológico, através de uma punção sob anestesia local.

 

 

 

 

 

 

 

No caso da vertebroplastia, injeta-se um cimento acrílico chamado PMMA, que polimeriza com a liberação de calor, aliviando as dores e destruindo os tumores por efeito térmico localizado.


 

No caso das cifoplastias, antes da injeção do cimento, faz-se um processo de correção de deformidade com uso de um balão ou de um expansor plástico.

 

 

  

 

 

INSTABILIDADE VERTEBRAL - RECONSTRUÇÃO LIGAMENTAR DA COLUNA

 

 

 

Muitos pacientes têm dores lombares persistentes por conta de uma instabilidade segmentar. São casos em que a movimentação da coluna vertebral se faz além de limites aceitáveis, o que acarreta dores e alterações em suas funções, pelo pinçamento de estruturas nervosas importantes.

 

 

 

Nestes casos, está à disposição dos pacientes no CMCV – Centro Médico da Coluna Vertebral, a técnica de ligamentoplastia. É um procedimento seguro e de excelentes resultados, realizado há mais de 15 anos nos grandes centros de cirurgia de coluna da Europa. Tem a capacidade de estabilizar o segmento intervertebral por uma pequena abordagem cirúrgica, evitando a necessidade de cirurgias maiores.

 

 

 

 

 

Com a realização da estabilização, cria-se um ambiente favorável para o disco intervertebral e para as articulações da coluna, com recuperação de suas estruturas. Através desta técnica é possível estabilizar sem fundir os segmentos da coluna, preservando seus movimentos. Os pacientes submetidos a este procedimento apresentam recuperação de características biomecânicas dos discos e das articulações posteriores da coluna, evitando a progressão degenerativa da estrutura.

 

  

 

O procedimento é realizado por um pequeno acesso posterior, sem descolamento lateral e com preservação de estruturas osteoarticulares.

 

 

Em situações específicas, é necessário se recorrer a um método de reconstrução ligamentar um pouco mais agressivo, com uma abordagem mais ampla.

 


Neste método, são usados parafusos colocados no pedículo de vértebras vizinhas.

 

Em seguida, inicia-se um processo de ligação elástica entre os segmentos adjacentes.

 

 

A montagem elástica é complementada com espaçadores plásticos, que mantém a altura dos forames de conjugação, impedindo o pinçamento neural.
 

 

 

 

Este método francês, desenvolvido pelo Dr. Gilles Dubois, é realizado no Centro Médico da Coluna Vertebral, seguindo o mesmo protocolo dos centros europeus.

 

ESTABILIZAÇÃO RÍGIDA DA COLUNA LOMBAR 

 

 

Alguns pacientes desenvolvem um processo de instabilidade regional.

 

 

 

Nesta situação é importante uma cirurgia de fixação e estabilização do segmento, com uso de enxerto ósseo para causar uma fusão deste espaço. Para se evitar o inconveniente de usar coletes gessados nos pós-operatório, usam-se hastes e parafusos para uma estabilização primária.


 

 

  

Em alguns casos pode ser usada uma fusão por via anterior com colocação de próteses para facilitação de fusão entre os segmentos a serem estabilizados.

 

 

 

TRATAMENTO CIRÚRGICO DA ESTENOSE DE CANAL LOMBAR 

 

  

Com o avanço da degeneração das estruturas da coluna lombar, pode surgir um estreitamento do canal lombar, por onde passam a parte final da medula e as raízes espinhais terminais. Esta condição é comum em pacientes idosos, limitando de forma importante sua qualidade de vida. 

 

                                                                                      

      

 

O tratamento inicial da estenose lombar é conservador, mas em algumas condições específicas está indicada a cirurgia. Esta cirurgia consiste na descompressão do canal, pela retirada da parte posterior da coluna, chamada lâmina.


 

 

Com a laminectomia (retirada da lâmina) cessam os fenômenos compressivos sobre as raízes e o paciente volta a ter sua funções normalizadas.


 

  

   

   

Em algumas situações, a cirurgia pode causar uma perda de estabilização da coluna e nestas condições devemos utilizar uma intrumentação de fixação através de parafusos pediculares.

 

TRATAMENTO CIRÚRGICO DAS ESPONDILOLISTESES

 

 

 

 

O surgimento de uma fratura de fadiga na parte posterior da coluna pode levar ao surgimento de um deslizamento anterior de L5 sobre o sacro. Com a progressão do deslizamento, estão em risco as estruturas neurológicas, que podem se tornar comprimidas, dando surgimento a uma deformidade e a dores incapacitantes.

 

 

 

Um deslizamento pode ser também ocasionado pelo avanço de um processo degenerativo. Isto é comum em pacientes idosos e pode ser causador de fortes dores pelo surgimento de uma estabilidade segmentar que pode necessitar de uma descompressão seguida de uma estabilização.

 

 

Este procedimento é realizado com uso de modernos sistemas de parafusos, com grande potencial de correção e excelente estabilidade.

 

  

 

TRATAMENTO INTERVENCIONISTA DAS DORES FACETÁRIAS CERVICAIS  

 

 

60% das dores cervicais são causadas por alterações degenerativas das facetas articulares cervicais.

 

Nesta situação, em que se tem um diagnóstico preciso, é mais prudente que se realize um procedimento infiltrativo sobre o foco inflamatório, em vez de prescrever antiinflamatórios de forma inespecífica.

 

 

Estes procedimentos são realizados com precisão milimétrica pelo uso de radioscopia ou tomografia computadorizada.  

 

 

 

Além da infiltração, podemos contar com a possibilidade de realizar uma denervação facetária.

 

 

Para a denervação, utilizamos o método de radiofrequência, com interrupção segura e efetiva da dor.

 

 

NEUROESTIMULADORES MEDULARES 

Neuro-estimuladores são aparelhos de alta tecnologia, semelhantes a marca-passos, como os colocados no coração.

 

 

Estes aparelhos emitem pulsos elétricos, dirigidos para fios, chamados eletrodos, que são colocados sobre os nervos da coluna.

 

 

 

 

 

Os impulsos elétricos emitidos por um gerador passam pelos eletrodos, são transmitidos para a medula e impedem a condução da sensação de dor, trazendo alívio.

 

 

 

Após a colocação do estimulador medular, o médico pode dar ao paciente a capacidade de alteração a programação, através de um "controle remoto".

Embora a colocação dos estimuladores seja um procedimento relativamente simples, o uso deste tipo de aparelho é reservado apenas para casos de dores crônicas incapacitantes, principalmente naquelas causadas por lesões irreversíveis dos nervos, em pacientes operados múltiplas vezes e que não melhoram com nenhum tipo de tratamento medicamentoso ou com outros tipos de tratamentos mais simples, como infiltrações ou bloqueios de nervos.

 

 

VEJA FOTOS DE UMA CIRURGIA FEITA POR NOSSA EQUIPE:

 

Acesso à medula espinhal

 

 

 

Introdução do eletrodo de estimulação

 

 

 

 

Fixação do eletrodo de estimulação

 

 

 

Preparo do sítio do gerador

 

 

Preparo do túnel para passagem de cabos de conexão

 

 

 

Passagem dos cabos de conexão

 

 

Conexão do cabo ao eletrodo de estimulação

 

 

Conexão do cabo ao gerador

 

 

 

Posicionamento de gerador

 

 

 

Sutura de incisões

 

 

 

 

Programação de neuroestimulação por telemetria

 

 

LISTA DE PROCEDIMENTOS ARTICULARES .... EM CONSTRUÇÃO

Em nosso serviço, oferecemos uma grande quantidade de procedimentos para a rápida e segura resolução de problemas articulares do OMBRO, COTOVELO, PUNHO E MÃO, QUADRIL, JOELHO, TORNOZELO E PÉ. Veja também nosso INSTAGRAM: @drhenriquedamota